Este Blog é um compasso de tempo, onde escrevo, alguns momentos que chamei "Riscos demais".

sábado, 22 de janeiro de 2011

Porque nem sempre o caminho é em frente...


É preciso dar um passo para trás, para dar dois passos para frente.

sábado, 8 de janeiro de 2011

21 meses depois...

... regresso a este compasso de tempo, onde guardo pedaços de histórias, algumas memórias…

Neste intervalo de tempo chego aos 29 anos… recordo neste percurso com riscos demais, tudo o aprendi, tudo o que ficou para trás e deixei cair… todas as escolhas, medos, indecisões…

Surgiu o momento de abandonar o “(…)perigo. De quê?” o “ (…) medo. De quê?”

Já não tenho tempo nem espaço para continuar … terei que abandonar este medo e prosseguir. Mesmo sozinha… tenho que conquistar tudo o que mais quero… SER FELIZ.

Quero deixar de ser uma consequência de incompreensões e períodos de crise.

Quero ser autor da minha própria história, narrador das minhas próprias memórias.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"Mantém-te Firme"

"Chorei,
Mas não sei se alguém me ouviu
Então sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo"

...

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não me esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo e que posso evitar que vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história."

De quê? De viver o perigo De quê? De rasgar o peito Com o quê? ...


Serra da Estrela 2010 ... Feliz 2011

segunda-feira, 16 de março de 2009

"Time"

Após um ano neste compasso de tempo…registo cada momento…nas horas vazias entre mensagens sem destino… traduzo a minha alma e cada palavra mostra-me um novo caminho a seguir. Cessando o que fica para trás construo o que mais quero… Nem tudo acontece quando queremos ou no tempo que pretendemos… é preciso tempo… tempo para crescer… ser tolerante é um segredo … saber escolher é uma sabedoria. Por isso só pretendo tempo… tempo para crescer…

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Mais leve... mais perto.

Há 10 anos não acreditei, neguei, chorei quase morri dentro de mim… hoje encerro uma alínea da minha vida… é com alegria que escrevo neste compasso de tempo a liberdade conseguida quando deixei para trás a sombra que me maltratou a alma, que me flagelou o corpo… que quase me roubou "o sol". Abandono HOJE o peso do medo que guardava na alma. Em flashes da memoria recordo alguns momentos que ficaram… guardo-os… “recordando-os” como uma mais valia, a experiência que mudou o meu EU. Aceito…aprendendo e continuo o meu percurso, agora sim, mais leve...mais perto do SOL.

domingo, 30 de novembro de 2008

...30

… entre curvas de nível e declives chegamos aos 30. Partilhar, neste compasso de tempo o quanto és importante e todos os momentos que vivemos... seria impossível pois ficaria sempre algo por contar …a roupa de criança que trocamos, as ferias em Aveiro, as conversas secretas a noite, os receios de duas miúdas adolescentes, a aventura de um novo penteado e a experiência das perucas, os momentos que chorávamos…de tanto rir… em todos os momentos com ou sem sol ÉS a minha sombra… tudo se transforma… e o que fica connosco é o que vivemos, o que abraçamos e o que guardamos…é algo só nosso, eterno.

sábado, 15 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

por seres assim...

…a cada dia liberto-me de tudo o que me amarra… hoje divorciei-me da origem que nego, abandonei a magoa…porque no teu olhar vazio percebi que consegui… no teu estado perturbado compreendi que o fardo que suportas é penoso…a INDIFERENÇA. És tudo o que não quero, és exemplo de como errar…és o chão que não quero pisar… por seres assim fizeste de mim um ser MELHOR… hoje perdoo-te…não te nego mais…esqueci-te.

sábado, 18 de outubro de 2008

"menos é mais..."

Tudo se transforma acabando por ser efémero… mesmo quando desejamos que tudo se construa e nada se perca… nem todos nos regemos pelos mesmos princípios e a palavras são usadas imprudentemente…acabando por cair em contradição…e tudo se DESFAZ. Se “menos é mais” a distância e as horas que não partilhamos…transformaram-se numa mais valia. Desamparo o mais do mesmo… delineando o percurso que escolhi.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

De onde a terra se esconde no mar…

Açores… refugio de oito dias, onde encontrei a paz que procurava, o descanso que desejava. Só… encontrei em cada voo um desafio em cada percurso algo novo… inicialmente neguei tinha o peito fechado da angustia de mais uma viagem sozinha, mas não podia ficar tinha que conseguir a liberdade que procurava… viajei e assim que descolei a sensação de domino e de liberdade fez-me esquecer tudo o que me fazia ficar. Parti e em cada dia construía mais uma etapa, completava o objectivo da minha viagem… é gratificante quando nos sentimos realizados, mesmo quando o estímulo é a dor… tudo passa, tudo se transforma… e o que fica connosco é o que vivemos, o que abraçamos e o que guardamos…e isso não perdemos e ninguém nos pode tirar… é algo só nosso, eterno.

domingo, 21 de setembro de 2008

Existe um coração debaixo do exterior gelado...

Porque vêem a pela e não a alma…crêem alguém que não existe. O que falo não compreendem o que suplico não é perceptível. Nego o que me concedem e o que persistem em manter. Neste exterior gelado, numa ausência de expressão, habita uma alma tão frágil que quebra com a ausência de um simples olhar… porque não sou como me vêem exigem de mim mais do que consigo suportar … e este fardo é pesado demais. Sei que é difícil de crer, mas por de trás deste exterior gelado existe um sorriso assim…

Fica tanto por contar...

Mais um ano lectivo concluído e com ele a minha licenciatura. Partilhar, neste compasso de tempo, todos os momentos que vivi em seis anos… o que amei, o que sofri, o que chorei, o que sorri… é impossível pois ficaria sempre algo por contar. Numa linguagem universal, estou feliz porque terminei um objectivo, mas ainda com pesar, vivo um dia de cada vez em busca da liberdade. Ainda não encontrei a casa onde posso adormecer, descansar ser EU... feliz. Permanece ao alcance de um olhar tudo o que me magoa tudo o que nego tudo o que abandono mas teima em ficar.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

sem espaço...


Só hoje senti que o rumo a seguir é dicotómico… mas vou caminhando desenleando os nós e laços que o mundo faz e recebendo outros abraços que a vida dá… entre laços e abraços procuro a essência, de algo maior que tudo sem forma ou espaço. Algo que temos connosco, sem matéria ou tempo. Não sei se vou encontrar… mas vou procurar… que tudo seja sincero e puro…belo e simples como a primeira vez.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

“Não largues sem querer “

Onde tudo é efémero, relacionamo-nos em momentos isolados, estimulados por impulsos, por desejos egoístas que só servem para satisfazer o nosso EU. Omitimos o que sentimos e o sentido das escolhas, em prol de algo que minimize o vazio e que preencha o espaço sobrante. E quando deixamos de ter espaço, abandonamos sem estima o que um dia nos completou. Somos tão fracos e efémeros, repudiamos o que já não nos serve como de um objecto se trata-se…largamos sem querer, tudo o que um dia foi mais que tudo.
Lacera…pois “ tudo o que é meu, é tudo o que eu não sei largar”… se queres ficar não largues sem querer.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

“…e se um dia não me apetecer mais”

…abandonarei o que idealizei, o que vivemos, este “amor” intemporal sem espaço nem forma.
Permaneci porque acreditava que eramos dois… mas o vazio em que tudo se transforma ficou intolerável e o teu egotismo centrado no teu umbigo, mágoa.
Abandono este percurso que delineamos a dois… assim o que tens para me dizer não quero ouvir… o que tens para me mostrar não quero ver…o que tens para me dar não quero… não me apetece mais ser online quando estás offline.
Apesar da distância magoaste-me mais do que seria de prever… foste até onde permiti… mas não me apetece mais por isso despeço-me “meu Coração de Alabastro”… que o tempo e cada momento possam ser um dia um percurso.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

“O meu Jardim”

No silêncio onde as mãos se dão… quase morri dentro de mim… quase desamparei este jardim…mas a mesma noite que te levou trouxe-te, voltando tudo o que tens…e o que é “meu”, ficas por dentro de mim ficas dentro de mim…Fica pois é para nós este jardim…

(clicar no tíulo)