Onde tudo é efémero, relacionamo-nos em momentos isolados, estimulados por impulsos, por desejos egoístas que só servem para satisfazer o nosso EU. Omitimos o que sentimos e o sentido das escolhas, em prol de algo que minimize o vazio e que preencha o espaço sobrante. E quando deixamos de ter espaço, abandonamos sem estima o que um dia nos completou. Somos tão fracos e efémeros, repudiamos o que já não nos serve como de um objecto se trata-se…largamos sem querer, tudo o que um dia foi mais que tudo.
Lacera…pois “ tudo o que é meu, é tudo o que eu não sei largar”… se queres ficar não largues sem querer.
Riscos demais
Este Blog é um compasso de tempo, onde escrevo, alguns momentos que chamei "Riscos demais".
sexta-feira, 11 de julho de 2008
“Não largues sem querer “
quarta-feira, 2 de julho de 2008
“…e se um dia não me apetecer mais”
…abandonarei o que idealizei, o que vivemos, este “amor” intemporal sem espaço nem forma.
Permaneci porque acreditava que eramos dois… mas o vazio em que tudo se transforma ficou intolerável e o teu egotismo centrado no teu umbigo, mágoa.
Abandono este percurso que delineamos a dois… assim o que tens para me dizer não quero ouvir… o que tens para me mostrar não quero ver…o que tens para me dar não quero… não me apetece mais ser online quando estás offline.
Apesar da distância magoaste-me mais do que seria de prever… foste até onde permiti… mas não me apetece mais por isso despeço-me “meu Coração de Alabastro”… que o tempo e cada momento possam ser um dia um percurso.
